FUNDO AMAZÔNIA ATINGE RECORDE E APROVA MAIS DE R$ 1 BILHÃO

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O Fundo Amazônia atingiu em 2025 novo recorde em aprovações de projetos. Até junho, os recursos somam R$ 1,189 bilhão, ou seja, o dobro do que foi investido em 2023, quando o mecanismo foi retomado depois do desmantelamento sob o governo de Jair Bolsonaro.

É o melhor desempenho semestral desde a criação do Fundo, em 2008, o que faz com que seu impacto seja fundamental para a política ambiental do governo Lula.

De acordo com a pasta ambiental, o desempenho do primeiro semestre de 2025 foi impulsionado pela aprovação do projeto Fortalecimento da Fiscalização Ambiental para o Controle do Desmatamento Ilegal na Amazônia (Fortfisc), no valor de R$ 825 milhões.

O projeto deu ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) maior capacidade de controle, fiscalização e monitoramento ambiental, fundamentais à redução da taxa de desmatamento na Amazônia.

São R$ 825 milhões para investimento na modernização e automatização da fiscalização, aquisição de equipamentos e aprimoramento de gestão, entre outras ações.

Entre as iniciativas lançadas por meio de editais, destacam-se:

– Restaura Amazônia, voltado a projetos de restauração ecológica e produtiva (R$ 450 milhões);
– Amazônia na Escola (R$ 332 milhões), que leva a produção de agricultores familiares a escolas da rede pública;
– Sanear Amazônia (R$ 150 milhões), que financia a implantação de tecnologias sociais de acesso à água de qualidade para consumo humano e produção de alimentos na Amazônia;
– Naturezas Quilombolas (R$ 33 milhões), que busca apoiar comunidades quilombolas da Amazônia Legal em suas práticas de gestão territorial e ambiental;
– Fortfisc, para fortalecer a capacidade do Ibama na fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia (R$ 825 milhões);
– Investimentos na Polícia Federal, Rodoviária Federal, nas Forças Policiais dos nove Estados da Amazônia Legal e na Companhia de Operações Ambientais da Força Nacional de Segurança Pública (Amas) (R$ 318 milhões) e;
– Investimentos nas corporações dos corpos de bombeiros dos estados da Amazônia Legal (R$ 371 milhões).

Fonte: Vermelho

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