Desde 2017, quando a @Caixa impôs o limite de 6,5% da folha de pagamentos dos empregados para seus gastos com a saúde do seu quadro de pessoal, a derrubada deste teto passou a ser prioridade para todas as empregadas e empregados.
O teto congelou a participação da Caixa no custeio, o que transfere aos empregados qualquer elevação no custo do plano, ampliando a parte que usuários têm que pagar.
Na prática, impede a aplicação da proporção 70/30, comprometendo, assim, a sustentabilidade do plano, uma vez que as constantes altas da tabela de preços médicos passam a recair sobre os trabalhadores.
Precisamos defender nosso direito ao plano de saúde!