COE DO MERCANTIL COBRA REDUÇÃO NA META PARA RECEBIMENTO DA PLR PRÓPRIA

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A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do banco Mercantil cobrou, em reunião, realizada na última quinta-feira (10), a diminuição do valor estipulado como meta necessária para que o banco distribua a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) do programa próprio.

Para haver o pagamento da PLR do programa próprio, o banco propôs que o lucro atinja a meta de R$ 1,2 bilhão no ano, um aumento de 90,47% em relação à meta de 2024, quando a meta era de R$ 630 milhões.

Os funcionários estão se empenhando para atingir as metas impostas pelo banco. No ano passado, com todo o esforço dos trabalhadores, houve um aumento de 78,7% no lucro, em comparação com 2023. Mas, neste ano o banco exige uma elevação ainda maior no lucro. Por isso o COE reivindica a redução desta meta.

A representação dos funcionários também questionou o banco sobre a alteração de cargos dos participantes prevista na proposta. Outra cobrança foi para que haja aumento na distribuição linear do lucro líquido do banco entre todos os funcionários e funcionárias, como forma de valorização do papel de cada um na construção dos lucros.

O banco acatou uma reivindicação antiga da COE para reduzir o peso das campanhas de premiação no atingimento das metas do programa. Com isso, serão mais valorizados os resultados coletivos que os individuais. E uma nova reunião para prosseguir discutindo a proposta do programa próprio ficou pré-agendada para o dia 30 de julho.

Fonte: Contraf

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