DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE DO BRADESCO AFRONTA SOBERANIA NACIONAL E STF

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A declaração do presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, de que o banco irá cumprir a Lei Magnitsky dos EUA contra o ministro do STF Alexandre de Moraes representa uma grave agressão à soberania nacional e um desrespeito ao Judiciário brasileiro. A medida estadunidense, que acusa Moraes de supostas violações de direitos humanos, foi interpretada como retaliação política e tentativa de interferência externa para desestabilizar o Brasil e enfraquecer o Brics.

Como empresa nacional, o Bradesco deve obediência prioritária à Constituição Federal e às leis brasileiras. A declaração do CEO sugere alinhamento com interesses golpistas e desafia abertamente o Supremo Tribunal Federal, instituição máxima da Justiça no país. O artigo 17 da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro é claro: atos estrangeiros não têm validade se ferirem a soberania nacional ou a ordem pública.

A postura do Bradesco é inaceitável. Nenhuma empresa brasileira pode se submeter a legislações estrangeiras em detrimento da autoridade legal e constitucional do Brasil. O banco deve explicações à sociedade e um pedido de desculpas ao povo brasileiro.

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