Enquanto precariza o trabalho, Itaú investe no Nubank

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O aumento da participação do Itaú no Nubank reacende o debate sobre as prioridades reais do maior banco privado do país. Entre julho e setembro deste ano, a organização financeira comprou 3,8 milhões de ações da Fintech e passou a deter 6,7 milhões de papéis, avaliados em cerca de US$ 106 milhões. A compra ocorre em um momento em que o setor financeiro vive uma onda de expansão digital que é usada, muitas vezes, para justificar cortes e precarização, exibindo a incoerência do banco. Enquanto amplia a aposta em empresas digitais, o Itaú acelera o fechamento de agências, reduz postos de trabalho e empurra os clientes para canais remotos.

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