O rendimento do trabalho no Brasil apresentou um avanço expressivo nos últimos três anos, contrariando previsões pessimistas de parte do mercado. No período, a renda real obtida por trabalhadores com suas atividades profissionais registrou crescimento acumulado de 16,6%, segundo dados publicados pelo FGV Social.
O desempenho positivo ocorreu mesmo diante de fatores tradicionalmente associados à desaceleração econômica. Isso apesar dos juros altos fixados para esfriar a economia e a inflação.
A melhora na distribuição de renda tem efeitos diretos sobre o consumo e a dinâmica econômica. A queda da desigualdade, que acaba de chegar ao mínimo histórico, turbina os gastos nas faixas mais pobres, que têm maior propensão ao consumo, retroalimentando o processo.
Fonte: Feebbase