O Forró dos Bancários é realizado ininterruptamente desde 1989; a única suspensão aconteceu devido à pandemia de covid-19. Inicialmente, era um forró de rua, sempre em frente à sede do sindicato, na Av. Duque de Caxias. Nessa fase, contou com a participação de vários artistas regionais, dentre eles Pescoço de Mola, Vavá dos Oito Baixos, Zé Coquinho e Hugo Luna.
O Forró dos Bancários foi batizado de Forró de Cabo a Rabo — uma alusão à música de Luiz Gonzaga — na década de 90, pela então diretora do sindicato Joniza Maria de Souza, bancária do Banco do Nordeste.
A partir de 2008, a festa começou a ganhar uma nova conformidade, com a proposta de um baile junino de salão. Inicialmente, foi realizado no Centro de Cultura de Itabuna, passando pelo Grapiúna, Bosque e, posteriormente, na AABB. Nesse período, apresentaram-se: Madame Buchada, Trio Iracema, Carlota Joaquina, Os Cangaceiros, Zabumbahia, Trio Nordestino, João Miranda, Cicinho do Acordeon e Os Três do Nordeste.
O Forró de Cabo a Rabo – O Arrastapé dos Bancários conta com a parceria do Cabrueira (grupo de dança) desde 2011, sempre contribuindo para a animação do evento.
O Forró de Cabo a Rabo é uma das celebrações juninas mais tradicionais e alegres do sul da Bahia, conservando e valorizando a cultura nordestina e a boa música junina, com ênfase nos gêneros e ritmos que fazem parte da nossa história, como o xote, o baião e o arrasta-pé. Diante da brutal descaracterização das festas juninas com a invasão de gêneros que não dizem respeito ao Nordeste, a defesa da arte regional acabou ganhando a conotação de resistência cultural.
Seguimos atentos e fortes!
Viva as festas juninas e o forró de verdade!
Orgulho de ser nordestino!!!