A decisão do Santander de exigir a compensação das horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou insatisfação entre os bancários.
Enquanto outras instituições optaram pelo abono das horas, o Santander decidiu exigir a compensação, medida criticada pela representação dos trabalhadores. Para a coordenadora da COE Santander, Ana Marta Lima, a decisão desconsidera um momento de integração nacional e penaliza empregados que já enfrentam metas elevadas, redução de pessoal e sobrecarga de trabalho.
O movimento sindical bancário avalia que a postura do banco reforça a necessidade de ampliar o diálogo sobre condições de trabalho e valorização dos empregados.
Com informação da Contraf