Pela primeira vez na história, os registros de ansiedade entre crianças e jovens no Brasil superam os de adultos. A taxa entre os pré-adolescentes (10 a 14 anos) é de 125,8 para cada 100 mil. Entre adolescentes, de 157 por 100 mil e entre adultos, de 112,5 por 100 mil.
A tecnologia, em particular tem sido apontada como um fator contribuinte para o aumento dos casos, já que os jovens em fase de desenvolvimento de autocontrole são especialmente vulneráveis aos efeitos excessivos de telas e interações virtuais.
Vale destacar que a ansiedade pode ter impacto devastador na formação e desenvolvimento do indivíduo. Pode interferir na capacidade de aprendizado, nas relações sociais e no desenvolvimento emocional saudável. Ansiedade crônica não tratada pode levar a problemas mais graves, como depressão.
A sociedade tem um papel crucial. Como um coletivo, é necessário reconhecer a saúde mental como responsabilidade compartilhada.
Fonte: SBBA