ACORDO PARA SOCORRER BRB IMPÕE CONGELAMENTO SALARIAL E VETO A CONCURSOS NO DF

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O Distrito Federal terá de cumprir uma série de medidas de ajuste fiscal como condição para viabilizar o empréstimo destinado ao socorro do Banco de Brasília (BRB). As exigências fazem parte do acordo firmado entre o governo distrital e a União, mediado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo os termos definidos na audiência de conciliação e publicados pelo jornal O Globo, o DF deverá adotar as restrições previstas na emenda constitucional da chamada PEC Emergencial, aprovada em 2021 durante o governo Jair Bolsonaro.

Entre as medidas estão a proibição de reajustes salariais para servidores, criação de cargos públicos, realização de concursos e aumento de despesas obrigatórias. O acordo também veta a concessão de novos benefícios fiscais enquanto as condições estiverem em vigor.

As limitações permanecerão válidas até que o empréstimo seja totalmente quitado ou até que o Distrito Federal alcance nota “A+” no indicador de Capacidade de Pagamento (Capag), calculado pelo Tesouro Nacional. Atualmente, o DF possui nota “C”.

O governo distrital também terá de apresentar relatórios bimestrais do Tribunal de Contas do Distrito Federal comprovando o acompanhamento e cumprimento das obrigações assumidas no acordo.

Fonte: ICL Notícias

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