CEE REJEITA PROPOSTA RUIM PARA O SAÚDE CAIXA

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A CEE (Comissão Executiva dos Empregados), na negociação da última sexta-feira (14/08), rejeitou a nova proposta do banco para o custeio do Saúde Caixa. Para a representação dos trabalhadores, o modelo aumenta significativamente o peso das mensalidades sobre os usuários e pode comprometer a sustentabilidade do plano.

A proposta prevê mensalidades por faixa etária, 13 contribuições anuais, piso de R$ 400,00 por grupo familiar e limite de comprometimento de até 12% da remuneração-base do titular. Atualmente, o teto familiar é de 7%. A CEE defende a retomada da proporção histórica de 70% dos custos para a Caixa e 30% para os usuários.

A situação preocupa ainda mais diante da redução no número de beneficiários do Saúde Caixa, que registrou saldo negativo de 15.390 vidas entre 2023 e fevereiro de 2026.

Na rodada, apesar do impasse no Saúde Caixa, houve avanços na Promoção por Mérito, com a retirada do Alcance.

O banco também suspendeu o processo de migração de função de caixas e tesoureiros enquanto o tema é debatido na mesa de negociação.

A Caixa reconheceu a necessidade de discutir a elaboração de um novo Plano de Funções Gratificadas. O atual PFG é de 2010. Para a CEE, está defasado, pois não contempla muitas tarefas, funções e transformações ocorridas na organização do trabalho.

As negociações seguem em meio à campanha salarial da categoria.

Você pode ver a tabela com a proposta no site:

Bancariositabuna.com.br

Fonte: SBBA

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